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	<title>Архивы французька преса - SAGOR</title>
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	<description>Моя професія - ПАМ&#039;ЯТЬ</description>
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	<title>Архивы французька преса - SAGOR</title>
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		<title>Орлеанська Діва</title>
		<link>https://sagor.com.ua/orleanska-diva.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 08:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
		<category><![CDATA[Європа]]></category>
		<category><![CDATA[Жанна д’Арк]]></category>
		<category><![CDATA[Людовик XI]]></category>
		<category><![CDATA[Маргарита де Валуа]]></category>
		<category><![CDATA[Орлеанська Діва]]></category>
		<category><![CDATA[реконструкція обличчя]]></category>
		<category><![CDATA[реконструкція по черепу]]></category>
		<category><![CDATA[французька преса]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Anonime &#160; A donzela de Orleans Notícias &#8211; Enviado dia 30 de Maio de 2011 http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/16696/a_donzela_de_orleans/ Santa Joana d&#8217;Arc (em francês Jeanne d&#8217;Arc) (Domrémy-la-Pucelle, 6 de janeiro 1412 — Ruão, 30 de maio 1431), por vezes chamada de donzela de Orléans, era filha de Jacques d&#8217;Arc e Isabelle Romée e é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos. Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva. Foi&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Anonime</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A donzela de Orleans</h2>
<p><strong>Notícias &#8211; Enviado dia 30 de Maio de 2011<br />
</strong><a href="http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/16696/a_donzela_de_orleans/" target="_blank" rel="noopener">http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/16696/a_donzela_de_orleans/</a></p>
<p>Santa Joana d&#8217;Arc (em francês Jeanne d&#8217;Arc) (Domrémy-la-Pucelle, 6 de janeiro 1412 — Ruão, 30 de maio 1431), por vezes chamada de donzela de Orléans, era filha de Jacques d&#8217;Arc e Isabelle Romée e é a santa padroeira da França e foi uma heroína da Guerra dos Cem Anos. Descendente de camponeses, gente modesta e analfabeta, foi uma mártir francesa canonizada em 1920, quase cinco séculos depois de ter sido queimada viva. Foi apenas no século XIX que a França redescobriu esta personagem trágica.</p>
<p>A data de seu nascimento é imprecisa, de acordo com seu interrogatório em 24 de fevereiro de 1431, Joana teria dito que na época tinha 19 anos portanto teria provavelmente nascido em 1412. (Não se sabe a idade correta de Joana pois naquela época não se importavam com a idade exata, por isso o termo certo a usar seria &#8220;mais ou menos&#8221;. Joana declarou uma vez que, quando perguntada sobre sua idade, &#8220;tenho 19 anos, mais ou menos&#8221;).</p>
<p>Filha de Jacques d&#8217;Arc e Isabelle Romée, tinha mais quatro irmãos: Jacques, Catherine, Jean e Pierre, sendo ela a mais nova dos irmãos. Seu pai era agricultor e sua mãe lhe ensinou todos os afazeres de uma menina da época, como fiar e costurar. Joana também era muito religiosa ia muito a igreja e frequentemente fugia do campo para ir orar na igreja de sua cidade. Quando ela tinha 13 ou 14 anos ela teve a sua primeira experiência mística. Ela ouviu uma voz chamando-a e acompanhada de uma luz. Ela recebeu as visões quando cuidava das ovelhas do seu pai. Visões posteriores eram compostas de mais vozes e ela foi capaz de identificar as vozes como sendo de São Miguel, Santa Catarina de Siena e Santa Margarete entre outras. Em 1428 suas mensagens tinham um fim especifico. Era para se apresentar-se para Robert Bauricourt , que comandava o exercito do rei na cidade próxima. Joana convenceu um tio a leva-la, mas Robert riu dela e comentou com o seu pai que ele deveria disciplina-la.</p>
<p>Mas as visões continuaram e secretamente ela deixou sua casa e retornou a Vancoulers. Baudricourt duvidou dela, mas modificou sua posição quando chegaram as noticias de sérias derrotas nas batalhas de Herrings do lado de fora de Orleans em fevereiro de 1429 exatamente conforme Joana havia predito. Ele enviou Joana com uma escolta para o falar com o Rei e ela escolheu viajar disfarçada com roupas de homem para sua própria proteção. Em Chinon, o rei Carlos estava disfarçado, mas ela o identificou e por sinais secretos eles se comunicavam e ela o convenceu a acreditar na origem divina das sua visões e da sua missão.</p>
<p>Em seu julgamento, Joana afirmou que desde os treze anos ouvia vozes divinas. Segundo ela, a primeira vez que escutou a voz, ela vinha da direção da igreja e acompanhada de claridade e uma sensação de medo. Dizia que às vezes não a entendia muito bem e que as ouvia duas ou três vezes por semana. Entre as mensagens que ela entendeu estavam conselhos para frequentar a igreja, que deveria ir a Paris e que deveria levantar o domínio que havia na cidade de Orléans. Posteriormente ela identificaria as vozes como sendo do arcanjo São Miguel, Santa Catarina de Alexandria e Santa Margarida.</p>
<p>Munida de uma bandeira branca, Joana chega a Orléans em 29 de abril de 1429. Comandando um exército de 4000 homens ela consegue a vitória sobre os invasores no dia 9 de maio de 1429. O episódio é conhecido como a Libertação de Orléans (e na França como a Siège d&#8217;Orléans). Os franceses já haviam tentado defender Orléans mas não obtiveram sucesso.</p>
<p>Ela pediu uma tropa de soldados para ir a Orleans .O seu pedido foi muito questionado na corte e ela foi enviada para ser examinada por um painel de teólogos em Poities. Após um exame de tres semanas o painel aconselhou a ao rei Carlos que fizesse uso dos seus serviços. Diz a tradição que um dos membros do painel era um cardeal que conhecia a verdadeira aparência de Santo Miguel, muito bem guardado nos arquivos de Roma e quando perguntou a Joana com era São Miguel, ela o descreveu exatamente como estava descrito no arquivo secreto em Roma.</p>
<p>A ela foi dada a tropa e um estandarte especial feito para ela com a inscrição &#8220;Jesus:Maria&#8221; e o símbolo da Santíssima Trindade na qual dois anjos presenteavam a ela uma flor de lis e Joana vestia um armadura branca e sua tropa entrou em Orleans em 29 de abril .Sua presença revigorou a cidade e em 8 de maio as forças inglesas que cercavam a cidade foram capturadas.</p>
<p>Ela foi ferida no peito por uma flecha o reforçou a sua reputação de guerreira.</p>
<p>Ela começou uma campanha em Loire com o Duque d’ Alençon, e eles se tornaram grandes amigos.<br />
A campanha teve grande sucesso em parte graças ao elevado moral das tropas, com a presença de Joana e as tropas britânicas se retiraram para Paty e de lá para Troyes. Joana agora estava tentando fazer com que o rei aceitasse a sua responsabilidade e lutou pela sua coroação em 17 de julho de 1429.<br />
E a missão de Joana, conforme as suas visões, estava completada.</p>
<p>Daí em diante devido ao fato que Carlos não forneceu se nem suporte nem sua presença conforme prometido, Joana sofreu varias derrotas. O ataque a Paris falhou e ela foi ferida na coxa. Durante a trégua de inverno Joana ficou na corte onde ela continuava sendo vista com ceticismo .Quando as hostilidades recomeçaram ela foi para Compiegne onde os franceses estavam resistindo ao cerco dos Burbundians. A ponte movediças foi fechada muito cedo e Joana e suas troas ficaram do lado de fora. Ela foi capturada e levada ao Duque de Burgundy em 24 de maio. Ela ficou prisioneira até o fim do outono. O rei Carlos não fez nenhum esforço em liberta-la. Ela havia previsto que o castelo seria entregue ao ingleses e assim aconteceu. Ela foi vendida aos lideres ingleses na negociação. Os ingleses estavam determinados a ficarem livres do poder de Joana sobre os soldados franceses .</p>
<p>Como os ingleses não podiam executa-la por estar em uma guerra eles forjaram uma maneira de julga-la como herege .Em 21 de fevereiro de 1431 ela apareceu a um tribunal liderado por Peter Cauchon, bispo de Beauvais, o qual tinha esperança que os ingleses o ajudariam a faze-lo Arcebispo de Rouen. Ela foi interrogada sobre as vozes, sua fé e sua vestimenta masculina. Um sumário falso e injusto foi feito e suas visões foram consideradas impuras em sua natureza, uma opinião suportada pela Universidade de Paris.</p>
<p>O tribunal declarou que, se ela se recusasse a retratar, seria entregue aos seculares como um herege . Mesmo sob tortura ela recusou a se retratar. Quando finalmente ela foi trazida para uma sentença formal no Cemitério de Santo Ouen, diante de uma enorme multidão ela retratou-se apenas um pouco e de forma bastante incerta e foi devolvida a prisão e voltou a vestir as roupas masculinas que havia concordado em abandonar. Ela teve a coragem de declarar que tudo que ela havia dito antes era verdade e que ela havia recuperado a sua coragem e que Deus havia na verdade enviado ela para salvar a França dos ingleses.<br />
Assim no dia 30 de março de 1431 ela foi levada a praça pública do mercado em Rouen e queimada viva. Joana não tinha completado 20 anos. Suas cinzas foram atiradas no Sena. Em 1456 sua mãe e dois irmãos apelaram para a reabertura do caso, com o que o Papa Calistus III concordou.<br />
O julgamento e o veredicto foram anulados e ela foi canonizada como uma santa virgem e mártir. Ela era chamada La Pucelle &#8220;a Virgem de Orleans&#8221; .<br />
Na arte litúrgica da Igreja Santa Joana é mostrada como uma garota numa armadura, com uma espada, ou uma lança e as vezes com uma bandeira com as palavras &#8220;Jesus:Maria&#8221; e as vezes com um capacete .</p>
<p>Nas pinturas mais antigas, ela tinha longos cabelos caindo nas suas costas, para mostrar que ela era vvirgem. Ela as vezes ela é mostrada incentivando o rei , ou seguida de uma tropa ou em roupas femininas com um espada.</p>
<p>Popularmente venerada por séculos, foi finalmente beatificada em 1909 e canonizada em 1920. Foi declarada oficialmente padroeira da França em 1922<br />
Existem histórias paralelas a esta que informam que a figura de Joana era diferente. Ela teria chegado para a batalha em um cavalo branco, armadura de aço, e segurando um estandarte com a cruz de Cristo, circunscrita com o nome de Jesus e Maria.</p>
<p>Segundo esta outra versão, Joana teria sido apenas arrastada pelo fascínio sobrenatural de seus sonhos e proposta de missão a cumprir segundo a vontade divina e sem saber nada sobre arte de guerra comandou os soldados rudes, com ar angelical, e em sua presença ninguém se atrevia a dizer ou praticar inconveniências. Ela apresentava-se extremamente disciplinada.[2]</p>
<p>Teoricamente Joana já não tinha nada mais que fazer no exército já que havia cumprido sua promessa perfeitamente, havia cumprido corretamente as ordens que as vozes lhe haviam dado. Mas ela, como muitos outros, viu que enquanto a cidade de Paris estivesse tomada pelas tropas inglesas, dificilmente o novo rei poderia ter claramente o controle do reino de França.</p>
<p>Joana foi ferida por uma flecha durante uma tentativa de entrar em Paris. Isto acelerou a decisão do rei em bater em retirada no dia 10 de setembro. Com a parada o rei francês não expressava a intenção de abandonar definitivamente a luta, mas optava por pensar e defender a opção de conquistar a vitória mediante a paz, tratados e outras oportunidades no futuro.</p>
<p>Na primavera de 1430, Joana d&#8217;Arc retomou a campanha militar e passou a tentar libertar a cidade de Compiègne, onde acabou sendo dominada e capturada pelos borguinhões, aliados dos ingleses, em 1430.</p>
<p>Foi presa em 23 de Maio do mesmo ano. Entre os dias 23 e 27 foi conduzida à Beaulieu-lès-Fontaines. Joana foi entrevistada entre os dias 27 e 28 pelo próprio Duque de Borgonha, Felipe, o Belo. Naquele momento Joana era propriedade do Duque de Luxemburgo. Joana foi levada ao Castelo de Beaurevoir, onde permaneceu todo o verão, enquanto o duque de Luxemburgo negociava sua venda. Ao vendê-la aos ingleses, Joana foi transferida a Ruão.</p>
<p>Joana foi presa em uma cela escura e vigiada por cinco homens. Em contraste ao bom tratamento que recebera em sua primeira prisão, Joana agora vivia seus piores tempos.</p>
<p>O processo contra Joana teve início no dia 9 de janeiro de 1431, sendo chefiado pelo bispo de Beauvais, Pierre Cauchon. Foi um processo que passaria à posteridade e que converteria Joana em heroína nacional, pelo modo como se desenvolveu e trouxe o final da jovem, e da lenda que ainda nos dias de hoje mescla realidade com fantasia.</p>
<p>Dez sessões foram feitas sem a presença da acusada, apenas com a apresentação de provas, que resultaram na acusação de heresia e assassinato.<br />
No dia 21 de fevereiro Joana foi ouvida pela primeira vez. A princípio ela se negou a fazer o juramento da verdade, mas logo o fez. Joana foi interrogada sobre as vozes que ouvia, sobre a igreja militante, sobre seus trajes masculinos. No dia 27 e 28 de março, Thomas de Courcelles fez a leitura dos 70 artigos da acusação de Joana, e que depois foram resumidos a 12 , mais precisamente no dia 5 de abril. Estes artigos sustentavam a acusação formal para a Donzela buscando sua condenação.</p>
<p>No mesmo dia 5, Joana começou a perder saúde por causa de ingestão de alimentos venenosos que a fez vomitar. Isto alertou Cauchon e os ingleses, que lhe trouxeram um médico. Queriam mantê-la viva, principalmente os ingleses, porque planejavam executá-la.</p>
<p>Durante a visita do médico, Jean d’Estivet acusou Joana de ter ingerido os alimentos envenenados conscientemente para cometer suicídio. No dia 18 de abril, quando finalmente ela se viu em perigo de morte, pediu para se confessar.</p>
<p>Os ingleses impacientaram-se com a demora do julgamento. O Conde de Warwick disse a Cauchon que o processo estava demorando muito. Até o primeiro proprietário de Joana, Jean de Luxemburgo, apresentou-se a Joana fazendo-lhe a proposta de pagar por sua liberdade se ela prometesse não atacar mais os ingleses. A partir do dia 23 de maio, as coisas se aceleraram, e no dia 29 de maio ela foi condenada por heresia.</p>
<p>Joana foi queimada viva em 30 de maio de 1431, com apenas dezenove anos. A cerimônia de execução aconteceu na Praça do Velho Mercado (Place du Vieux Marché), às 9 horas, em Ruão.</p>
<p>Antes da execução ela se confessou com Jean Totmouille e Martin Ladvenu, que lhe administraram os sacramentos da Comunhão. Entrou, vestida de branco, na praça cheia de gente, e foi colocada na plataforma montada para sua execução. Após lerem o seu veredito, Joana foi queimada viva. Suas cinzas foram jogadas no rio Sena, para que não se tornassem objeto de veneração pública. Era o fim da heroína francesa.</p>
<p>Joana d&#8217;Arc usava roupas masculinas desde o momento da sua partida de Vaucouleurs até sua abjuração em Rouen.[4] Isto motivou debates teológicos em sua própria época e levantou outras questões também no século XX.</p>
<p>A razão técnica para a sua execução foi uma lei sobre roupas bíblicas.[5] O segundo julgamento reverteu a condenação em parte porque o processo de condenação não tinha considerado as exceções doutrinárias referentes a esse texto.<br />
Em termos de doutrina, ela era prudente ao se disfarçar como um escudeiro durante uma viagem através de território inimigo, e era cautelosa ao usar armadura durante a batalha.</p>
<p>O Chronique de la Pucelle afirma que isso dissuadiu abuso sexual, enquanto ela estava acampada nas batalhas. O clérigo que testemunhou em seu segundo julgamento afirmou que ela continuava a vestir roupas do sexo masculino na prisão para deter molestamentos e estupro.[6] A preservação da castidade foi outro motivo justificável para travestir-se: suas roupas teriam atrasado um assaltante, e os homens estariam menos propensos a pensar nela como um objeto sexual em qualquer caso.[nota</p>
<p>Joana D&#8217;arc surge na história da França durante a Guerra dos 100 Anos (1337-1453)entre franceses e ingleses. Encontramos dois motivos fundamentais para a guerra. O primeiro foi a intenção do rei da Inglaterra, Eduardo III em ocupar o trono francês. O segundo, foi de ordem econômica, caracterizando a disputa franco-britânica pela região de Flandres, rica na produção de tecidos.</p>
<p>Em 1429, ocorre uma importante mudança nos rumos da guerra em favor dos franceses. Trata-se da libertação da praça forte de Orleans, dominada pelos ingleses, por Joana Dâ?TArc, até então vista apenas como uma camponesa mística. Sua liderança e carisma se aliaram e comandando um pequeno exército, Joana levou os franceses à vitória e contribuiu para exaltar o sentimento nacionalista, vital para posterior formação do Estado Moderno francês. Com a intenção de abafar o nacionalismo francês, Joana Dâ?TArc aprisionada, foi acusada pelos ingleses de heresia e bruxaria, para depois ser condenada por um tribunal da Igreja e queimada viva em Ruão em 1431.</p>
<p>Após alguns anos, os franceses consolidaram importantes ofensivas, derrotando os ingleses em Formigny e Castillon (1453), quando foi conquistada a cidade de Bordeaux, finalizando a guerra.</p>
<p>No contexto europeu, a Guerra dos Cem Anos não foi um fato isolado. O século XIV assinala a crise mais intensa do feudalismo, em transição para o capitalismo, sendo marcado pela trilogia &#8220;guerra, peste e fome&#8221;. A guerra portanto, convive com a peste negra, que trazida do Oriente por mercadores italianos, desde a reabertura do Mediterrâneo pelas cruzadas, provocou em poucos anos a morte de 1/3 da população europeia. A fome foi uma consequência direta da devastação dos campos pela guerra e pela peste, afetando não só o feudalismo decadente, como também o capitalismo nascente, na medida em que limitava o consumo, para nova economia de mercado.</p>
<p>Mártir francesa canonizada em 1920 (1412-1431). Heroína da Guerra dos Cem Anos, ajuda a libertar a França do domínio inglês. De família modesta, nasce em Domrémy e, aos 13 anos, afirma ouvir vozes divinas lhe pedirem para salvar a França da&#8230;<br />
mão dos ingleses. Durante cinco anos, mantém essas mensagens em segredo. Em 1429, deixa sua casa na região de Champagne e viaja para a Corte do rei francês Carlos VII.</p>
<p>Convence-o a colocar as tropas sob seu comando e parte para libertar a cidade Orléans, sitiada pelos ingleses há oito meses. à frente de um pequeno Exército, derrota os invasores em oito dias, em maio de 1429. Um mês depois, conduz Carlos VII à cidade de Reims, onde ele é coroado no dia 17 de julho. A vitória em Orléans e a sagração do rei reascendem a esperança dos franceses de libertar o país. Na primavera de 1430, Joana retoma a campanha militar e tenta libertar a cidade de Compiègne, dominada pelos borgonheses, aliados dos ingleses. é presa em 23 de maio do mesmo ano e entregue aos ingleses. Interessados em desacreditá-la, eles a processam por bruxaria e heresia. Submetida a um tribunal católico em Rouen, é condenada à morte depois de meses de julgamento. é queimada viva na mesma cidade em 30 de maio de 1431, aos 19 anos. A revisão de seu processo começa a partir de 1456 e a Igreja Católica a beatifica em 1909. Em 1920, é declarada santa pelo Papa.</p>
<p>Victoria Sackiville-West, escreveu Santa Joana D&#8217;Arc (Ed. N.Fronteira, 1964, p. 263/294), onde relata trechos autênticos do processo de Joana D&#8217;Arc, queimada viva como herege em Rouen, à 30 de maio de 1431. Estátua em Paris</p>
<p>Sentença: &#8220;Que a mulher comumente chamada de Jeanne la Pucelle&#8230; será denunciada e declarada feiticeira, adivinha, pseudoprofeta, invocadora de maus espíritos, conspiradora, supersticiosa, implicada na prática de magia e afeita a ela, teimosa quanto à fé católica, cismática quanto ao artigo Unam Sanctam, etc, e, em diversos outros artigos de nossa fé, cética e extraviada, sacrílega, idólatra, apóstata, execrável e maligna, blasfema em relação a Deus e Seus santos, escandalosa, sediciosa, perturbadora da paz, incitadora da guerra, cruelmente ávida de sangue humano, incitando o derramamento do sangue dos homens, tendo completa e vergonhosamente abandonado as decências próprias de seu sexo, e tendo imodestamente adotado o traje e o status de um soldado; por isso e por outras coisas abomináveis a Deus e aos homens, traidora das leis divinas e naturais e da disciplina da Igreja, sedutora de príncipes e do povo, tendo, em desprezo e desdém a Deus, consentido em ser venerada e adorada, dando as mãos e a roupa para serem beijadas, hereje ou, ou de qualquer modo, veementemente suspeita de heresia, por isso ela será punida e corrigida de acordo com as leis divinas e canônicas&#8230;&#8221;</p>
<p>E a autora narra a execução da seguinte forma: &#8220;&#8230;Mãos inglesas seguraram-na rudemente e a impeliram em direção ao cadafalso, para onde a ergueram e onde a estaca e os feixes de lenha estavam à sua espera. Era feito de estuque, e muito alto, tão alto que o carrasco teve dificuldade em alcançá-la, e foi incapaz de fazer seu trabalho rapidamente. Em vez de uma coroa de espinhos, puseram-lhe um chapéu alto de papel, como uma mitra, contendo as palavras: &#8216;Herege, relapsa, apóstata, idólatra&#8217;&#8230; La Pierre, a pedido dela e enviado por Masieu, foi buscar o crucifixo na igreja próxima de Saint-Sauveur e, subindo o cadafalso, segurou-o à sua frente. Joana lhe disse que descesse quando o fogo fosse aceso, mas que continuasse a segurar o cruxifixo no alto para que ela pudesse vê-lo.<br />
Enquanto isso, eles a amarraram à estaca, e alguns ingleses riram quando ela chamou Santa Catarina, Santa Margarida e São Miguel em voz alta e gritou: &#8220;Ah, Rouen! tenho grande medo que tenhas de sofrer pela minha morte&#8221;. Então, enquanto as chamas estalavam e subiam, ela chamou Jesus repetidamente e em voz alta; sua cabeça caiu para a frente, e foi a última palavra que a ouviram pronunciar&#8230;Para que não houvesse nenhuma dúvida possível quanto à morte da feiticeira &#8211; pois os ingleses tinham medo de que surgisse algum rumor de sua fuga -, o carrasco recebeu ordens de abrir as chamas e mostar seu corpo nu e carbonizado pendurado na estaca.&#8221;<br />
<a href="http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/joana-darc/joana-darc-1.php" target="_blank" rel="noopener">http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/joana-darc/joana-darc-1.php</a></p>
<p>Condenada à fogueira por heresia, foi supliciada publicamente na praça do Mercado Vermelho, em Rouen, em 30 de maio de 1431.<br />
Local onde se encontram os restos mortais da Heroína Francesa, Joana D arc.<br />
A história registra que as cinzas dela (ou o resto do corpo  forram retiradas da pira e jogadas no rio Sena.<br />
Mas há uma lenda, que us seguidor fiel teria escondido parte, nos quais hoje são uma das relíquias da Igreja Católica.<br />
Oração<br />
Ó Santa Joana D’Arc, vós que, cumprindo a vontade de Deus, de espada em punho, vos lançastes à luta, por Deus e pela Pátria, ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e contra as pessoas mais pobres e desvalidas que habitam nossa Pátria.<br />
Santa Joana D’Arc, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Ó Santa Joana D’Arc atenda ao meu pedido (pedido). E que nada me obrigue a recuar, quando estou com a razão e a verdade, nem opressões, nem ameaças, nem processos, nem mesmo a fogueira.</p>
<p>Ó Santa Joana D’Arc, vós que, cumprindo a vontade de Deus, de espada em punho, vos lançastes à luta, por Deus e pela Pátria, ajudai-me a perceber, no meu íntimo, as inspirações de Deus. Com o auxílio da vossa espada, fazei recuar os meus inimigos que atentam contra a minha fé e contra as pessoas mais pobres e desvalidas que habitam nossa Pátria.<br />
Santa Joana D’Arc, ajudai-me a vencer as dificuldades no lar, no emprego, no estudo e na vida diária. Ó Santa Joana D’Arc atenda ao meu pedido (pedido). E que nada me obrigue a recuar, quando estou com a razão e a verdade, nem opressões, nem ameaças, nem processos, nem mesmo a fogueira.<br />
Santa Joana D’Arc, iluminai-me, guiai-me, fortalecei-me, defendei-me.<br />
Amém.<br />
No Sincretismo<br />
OBÁ &#8211; Sincretismo<br />
Saudação: Obá Xirê.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dia da Semana: 2° ou 4° feira.<br />
Sincretismo: Joana D&#8217;arc ou Santa Catarina.<br />
Elemento: Fogo.<br />
Mineral: Cobre.<br />
Algumas ervas de Obá: manjericão e mangueira.<br />
Domínios: Águas Turbulentas.<br />
Animal: Galinha de Angola.<br />
Comida: Moqueca de ovos, manga, amalá.<br />
Cores: Vermelho e branco ou amarelo e laranja.<br />
Símbolos: Escudo e lança e um Ofá (arco e flecha).<br />
Onde recebe Oferendas: A beira de um rio.<br />
Comida para oferecer: Pato, cabra e coquem.<br />
Particularidade: Assim como Xangô, também é uma justiceira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ponto Riscado<br />
4 Pontos Cantados de OBÁ:</p>
<p>Gira no terreiro oh minha mãe Obá. Protege os seus filhos, pra gira concentrar. Firma o seu reino aqi no meu congá. Nos dá sabedoria, vem iluminar. Com as forças da terra eu vou trabalhar, me envolve em sua luz oh minha mãe Obá 2x &#8230;&#8230;&#8230;..2x</p>
<p>Clareia Obá iê, clareia Obá iê. Oh mãe da sabedoria, venha nos valer. 2x Você trouxe elementos, gerou nova energia. Criou o conhecimento, é mãe da sabedoria. Clareia Obá iê, clareia obá iê. Oh mãe da sabedoria venha nos valer. 2x Ela é quem reveste a serra, ela é quem sustenata o mar. é a rainha da terra que se expande pelo ar &#8230;&#8230;&#8230;.2x</p>
<p>Ela traz conhecimento, vem me iluminar. Clareia meu pensamento, Oh minha mãe Obá. Ela é nossa verdade, vem me sustentar com sua sabedoria. Oh minha mãe Obá. Irradia o tempo todo, sabe ensinar. Dona do conhecimento oh minha mãe Obá. 2x &#8230;&#8230;..2x</p>
<p>Olha aquele passarinho, contruiu seu ninho lá no reino de Obá. Com sua mãe, com muito carinho. Concentrando a terra contriu seu lar. Hoje ele é mestre do conhecimento, com sabedoria pode me ensinar. Pra que eu também construa o meu ninho nas terras sagradas de mamãe Obá 2x&#8230;&#8230;&#8230;.2x</p>
<p>Fonte: <a href="http://umbandadeamor.blogspot.com/2008/02/ob-sincretismo.html" target="_blank" rel="noopener">http://umbandadeamor.blogspot.com/2008/02/ob-sincretismo.html</a></p>
<p>A versão alternativa</p>
<p>Joana DArc, a &#8220;Donzela de Orleans&#8221;, não teria sido camponesa e muito menos morreu na fogueira, segundo as conclusões do médico ucraniano Serhiy Horbenko, especialista em material ósseo. A heroína e mártir francesa, que comandou os exércitos de seu país na retomada de Orleans (1429), expulsando os ingleses, chamava-se na verdade Marguerite de Valois, era filha de Carlos VI e morreu na prisão aos 60 anos, declarou o perito numa entrevista ao jornal The Independent.</p>
<p>O cirurgião ortopedista foi convidado pelo governo francês a estudar os restos mortais do rei Luis XI e sua família. Após uma minuciosa pesquisa nos arquivos da igreja de St. Bernard e da basílica de Notre Dame de Clery, o especialista está convencido de ter descoberto a verdade sobre a heroína.</p>
<p>Horbenko acredita que Joana DArc, nascida a 6 de janeiro de 1412 em Domrémy e morta a 30 de maio de 1431 em Rouen, segundo os livros sobre ela, foi sepultada com outros Valois numa das criptas da basílica de Clery. &#8220;Os ossos indicam que a mulher usava uma pesada armadura e tinha desenvolvido músculos semelhantes aos de outros cavaleiros da época&#8221;, declarou.</p>
<p>&#8220;Eram tempos em que as pessoas acreditavam em milagres e penso que um grupo de nobres idealizou um plano para incentivar o povo e os exércitos e desmoralizar assim aos ingleses&#8221;, afirmou o médico. &#8220;Para essa finalidade, serviria uma mulher enviada por Deus para defender a França e legitimar as pretensões do delfim Carlos ao trono&#8221;.</p>
<p>De acordo com o médico, foram os próprios aristocratas franceses que escolheram Marguerite de Valois, filha ilegítima de Carlos VI, educada desde pequena na &#8220;arte da guerra&#8221;. &#8220;A origem nobre da jovem foi mantida em segredo devido à enorme influência que ela tinha no campo de batalha, e esse detalhe poderia pôr em risco os planos para o trono da França&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Horbenko nega que Joana tenha sido queimada viva, garantindo que foi outra mulher, condenada por heresia em Rouen na mesma época, quem morreu nas chamas. A &#8220;verdadeira&#8221; Joana DArc terminou seus dias aprisionada, falecendo aos 60 anos. Segundo o perito, seus restos mortais foram sepultados junto aos de Luis XI, filho de Carlos VI.<br />
fonte: <a href="http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/69782/?noticia=MEDICO+DA+NOVA+VERSAO+A+HISTORIA+DE+JOANA+DARC" target="_blank" rel="noopener">http://www.parana-online.com.br/editoria/mundo/news/69782/?noticia=MEDICO+DA+NOVA+VERSAO+A+HISTORIA+DE+JOANA+DARC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Французька преса: Inépuisable Jeanne</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzka-presa-inepuisable-jeanne.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 09:35:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>© Jacqueline Martin-Bagnaudez &#160; Inépuisable Jeanne Jacqueline Martin-Bagnaudez Inépuisable Jeanne www.parutions.com Mis en ligne le 19/04/2008 Droits de reproduction et de diffusion réservés © Parutions 2010 Revoilà la Pucelle sur le théâtre des grandes énigmes de l’histoire, dans un livre enthousiaste publié par une maison d’édition connue notamment pour ses courageuses publications d’œuvres non conventionnelles. Son histoire, telle que généralement connue, c’est vrai, est surprenante : c’est celle d’une paysanne de 19 ans, mue par une foi obstinée, qui parvient à imposer à la France un roi jusqu’alors inhibé dans&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Jacqueline Martin-Bagnaudez</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Inépuisable Jeanne</h2>
<p><strong>Jacqueline Martin-Bagnaudez Inépuisable Jeanne <a href="http://www.parutions.com/index.php?pid=1&amp;rid=4&amp;srid=5&amp;ida=9281" target="_blank" rel="noopener">www.parutions.com</a><br />
Mis en ligne le 19/04/2008<br />
Droits de reproduction et de diffusion réservés © Parutions 2010</strong></p>
<p>Revoilà la Pucelle sur le théâtre des grandes énigmes de l’histoire, dans un livre enthousiaste publié par une maison d’édition connue notamment pour ses courageuses publications d’œuvres non conventionnelles.</p>
<p>Son histoire, telle que généralement connue, c’est vrai, est surprenante : c’est celle d’une paysanne de 19 ans, mue par une foi obstinée, qui parvient à imposer à la France un roi jusqu’alors inhibé dans les difficultés du temps et dans ses propres incertitudes, d’une jeune femme qui bataille non sans succès contre l’ennemi étranger, et qui, honorée puis abandonnée, meurt sur un bûcher sous le poids d’une lourde condamnation religieuse. Pas étonnant que le merveilleux et le tragique de son épopée aient suscité questions et spéculations ; et ce dès son temps. à l’époque contemporaine, la publication des textes rendant compte des procès de condamnation et de réhabilitation ont nourri le dossier tandis que la célébration littéraire qu’en ont faite les meilleures plumes brouille quelque peu les choses. Il faudrait, c’est vrai, manquer de la plus élémentaire curiosité pour ne pas se demander quelle est la part de la réalité et celle de l’interprétation dans la carrière <em>de vivo</em> et <em>post mortem</em> d’un personnage à la dimension devenue mythique. Le questionnement s’alourdit de la présence, autour de l’héroïne, de personnages aventureux, voire sulfureux, amis ou ennemis. La science des historiens et l’appétit de savoir des admirateurs de la jeune femme s’affrontent sur un terrain dont chacun est sûr de l’avoir balisé solidement.</p>
<p>Parmi les questions que relaient, au fil de cette nouvelle <em>Jeanne d’Arc</em>, Roger Senzig et Marcel Gay, certaines sont de simple bon sens. Qui ne s’est étonné de l’aplomb dont fait preuve l’héroïne de l’affaire, à la cour de Charles VII comme au tribunal de Rouen ? Où donc cette jeune femme a-t-elle acquis sa science de la chevauchée, de la bataille ? Non sans fondements historiques, les auteurs s’interrogent aussi sur le rôle joué par Yolande d’Aragon, dont on sait bien qu’elle a, de tout temps, mené une politique parallèle à celle du roi son gendre. à juste titre, ils soulignent que l’entourage religieux de Jeanne était franciscain, donc pas vraiment en phase avec les dominicains qui présidaient habituellement aux tribunaux inquisitoriaux.</p>
<p>Leur démarche se veut scientifique. En fait foi la publication, en annexe, de documents propres à justifier la thèse. Avec la volonté revendiquée de redresser l’histoire «officielle» de la Pucelle, les auteurs accumulent les «preuves» d’une occultation générale et concertée de la vérité. Celle-ci ne les range ni parmi les «survivistes», qui prétendent qu’une substitution a permis à la condamnée d’échapper au bûcher, ni parmi les «bâtardisants», lesquels résolvent les questions concernant la personnalité de Jeanne en arguant de son extraction royale. Plus précisément, la reconstitution ici proposée se rattache à l’une comme à l’autre, puisque R. Senzig et M. Gay font de Jeanne une princesse d’Orléans, épouse en 1436 de Robert II des Armoises, décédée en 1449 et dont on retrouve les restes dans la basilique royale de Cléry-Saint-André (près d’Orléans). Un cahier-photos présente les lieux de mémoire de la Jeanne reconstituée par leurs soins.</p>
<p>Dans la masse des informations, découvertes, démarches – les leurs appuyées de celles d’autorités diverses appelées à la rescousse –, dans l’accumulation enthousiaste des démonstrations sans appel, le lecteur se perd parfois un peu. Sans doute la fougue avec laquelle les auteurs pourfendent l’histoire officielle suscite-t-elle une certaine sympathie. D’autant qu’ils admettent, ici et là, en filigrane de leurs explications, que les données positives manquent à l’appui de telle ou telle thèse. Reste que l’argumentation <em>a silentio</em> n’emporte pas nécessairement l’adhésion du lecteur : comment établir un fait sur la simple constatation que «rien ne s’oppose à ce que…» ?</p>
<p>Au cours d’une telle démarche, il était bien sûr inévitable que soit mentionné un complot de l’église, volontairement destructrice et dissimulatrice d’éléments qu’elle met au secret dans les Archives du Vatican, institution toujours mise en cause lorsque les destructeurs de mystères s’attaquent à l’Inquisition, aux Templiers ou autres Francs-Maçons. Dommage toutefois que ces archives n’aient de «secret» que la transcription en français du qualificatif latin désignant un organe princier purement privé ; dépôt au demeurant parfaitement ouvert aux chercheurs.</p>
<p>Faire appel à la sainteté d’un personnage, proclamée – certes bien tardivement et circonstanciellement – par des autorités religieuses ne rend assurément pas compte des légitimes questions que peut se poser l’historien. Mais pas davantage la référence aux travaux menés par un chirurgien maxillo-facial, qu’il soit venu d’Ukraine ou d’ailleurs, et mystérieusement condamné au silence.</p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-parutions-2008-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-eYvIzWjh" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1986" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-parutions-2008-02.jpg" alt="" width="767" height="1602" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-parutions-2008-02.jpg 767w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-parutions-2008-02-735x1536.jpg 735w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /></a></p>
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		<title>Французька преса: Жанну д&#8217;Арк зруйнував українець</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzka-presa-zhannu-dark-zrujnuvav-ukrayinecz.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2003 12:11:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>© Anonime &#160; Jeanne d&#8217;Arc démolie par un Ukrainien The Independent, Londres /Europressinf&#8217;o Le 2003-12-23 Arpès avoir été brûlée par les Anglais, Jeanne d&#8217;Arc est aujourd&#8217;hui contestée par un Ukrainien. Selon Serhiy Horbenko, expert ostéopathe, les ossements conservés ne sont pas ceux de Jeanne d&#8217;Arc, laquelle aurait vécu bien des années après la date de son immolation présumée. Un véritable affront à la mémoire collective française. Selon ce médecin, Jeanne d&#8217;Arc aurait été créée par le Roi de France pour revigorer ses troupes en difficulté et faire peur à l&#8217;ennemi&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Anonime</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Jeanne d&#8217;Arc démolie par un Ukrainien</h2>
<p><strong>The Independent, Londres /Europressinf&#8217;o<br />
Le 2003-12-23</strong></p>
<p>Arpès avoir été brûlée par les Anglais, Jeanne d&#8217;Arc est aujourd&#8217;hui contestée par un Ukrainien. Selon Serhiy Horbenko, expert ostéopathe, les ossements conservés ne sont pas ceux de Jeanne d&#8217;Arc, laquelle aurait vécu bien des années après la date de son immolation présumée. Un véritable affront à la mémoire collective française. Selon ce médecin, Jeanne d&#8217;Arc aurait été créée par le Roi de France pour revigorer ses troupes en difficulté et faire peur à l&#8217;ennemi anglais, et incarnée par Marguerite de Valois. Et comme le rappelle le scienctifique ukrainien, cette substitution est passée d&#8217;autant plus inaperçue qu&#8217;il n&#8217;y avait pas de caméra pour que les Français vérifient. Ni d&#8217;ailleurs pour valider la thèse de l&#8217;ostéopathe.</p>
<p>Europressinf&#8217;o</p>
<p>Le 2003-12-23</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Notre équipe maîtrise de nombreuses langues européennes : Allemand, Anglais, Espagnol, Italien, Néerlandais, Polonais, Portugais, Tchèque&#8230;</p>
<p>Rédacteur en chef : Jeanne-Marie Chevallier</p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-independed-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-CFhtd22e" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1821" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-independed-02.jpg" alt="" width="1150" height="789" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-independed-02.jpg 1150w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-independed-02-768x527.jpg 768w" sizes="(max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Французька преса: Qui repose à côté de Louis XI</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzka-presa-qui-repose-a-cote-de-louis-xi.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2002 08:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© François DIAZ &#160; Qui repose à côté de Louis XI &#160; &#160; &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© François DIAZ</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qui repose à côté de Louis XI</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-la-republique-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-3GJePhZ9" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1774" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-la-republique-02.jpg" alt="" width="1150" height="551" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-la-republique-02.jpg 1150w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-la-republique-02-768x368.jpg 768w" sizes="(max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Французька преса: Louis XI a récupéré sa mâchoire</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzka-presa-louis-xi-a-recupere-sa-machoire.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2001 09:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Isabelle BRISSON &#160; Louis XI a récupéré sa mâchoire &#8220;LE FIGARO&#8221; MERCREDI 26 DéCEMBRE 2001 (№ 17 847)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Isabelle BRISSON</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Louis XI a récupéré sa mâchoire</h2>
<p><strong>&#8220;LE FIGARO&#8221; MERCREDI 26 DéCEMBRE 2001 (№ 17 847)</strong></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-le-figaro-2-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-Bip1xC3J" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1729" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-le-figaro-2-02.jpg" alt="" width="1280" height="2119" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-le-figaro-2-02.jpg 1280w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-le-figaro-2-02-768x1271.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-le-figaro-2-02-928x1536.jpg 928w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-le-figaro-2-02-1237x2048.jpg 1237w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>
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		<title>Французська преса: Louis XI révèlera-t-il son visage?</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzska-presa-louis-xi-revelera-t-il-son-visage.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Dec 2001 10:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Guillaume LAPAQUE &#160; Louis XI révèlera-t-il son visage? &#8220;Régionales&#8221; novembre/decembre 2001 № 12 &#160;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Guillaume LAPAQUE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Louis XI révèlera-t-il son visage?</h2>
<p><strong>&#8220;Régionales&#8221; novembre/decembre 2001 № 12</strong></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-WyCeOekT" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1745" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-02.jpg" alt="" width="1100" height="1591" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-02.jpg 1100w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-02-768x1111.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-02-1062x1536.jpg 1062w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-03.jpg" data-rel="lightbox-gallery-WyCeOekT" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1746" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-03.jpg" alt="" width="1100" height="1577" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-03.jpg 1100w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-03-768x1101.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-regionales-03-1071x1536.jpg 1071w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Французська преса: Louis XI réticent à révéler son vrai visage</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzska-presa-louis-xi-reticent-a-reveler-son-vrai-visage.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2001 10:27:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
		<category><![CDATA[Європа]]></category>
		<category><![CDATA[Король Людовик XI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Unknown author &#160; Louis XI réticent à révéler son vrai visage Sciences</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Unknown author</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Louis XI réticent à révéler son vrai visage</h2>
<p><strong>Sciences</strong></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-sciences-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-19oNWwvt" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1750" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-sciences-02.jpg" alt="" width="1150" height="1288" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-sciences-02.jpg 1150w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-sciences-02-768x860.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1150px) 100vw, 1150px" /></a></p>
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		<title>Французська преса: Bientôt, le vrai visage de Louis XI?</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzska-presa-bientot-le-vrai-visage-de-louis-xi.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Oct 2001 18:16:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
		<category><![CDATA[Європа]]></category>
		<category><![CDATA[Король Людовик XI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Frédéric de Monicault et Claire Pouly &#160; Bientôt, le vrai visage de Louis XI?  </p>
<p>Сообщение <a href="https://sagor.com.ua/franczuzska-presa-bientot-le-vrai-visage-de-louis-xi.html">Французська преса: Bientôt, le vrai visage de Louis XI?</a> появились сначала на <a href="https://sagor.com.ua">SAGOR</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Frédéric de Monicault et Claire Pouly</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Bientôt, le vrai visage de Louis XI?</h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-bientot-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-FTHUMOTh" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1720" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-bientot-02.jpg" alt="" width="1280" height="1792" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-bientot-02.jpg 1280w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-bientot-02-768x1075.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-bientot-02-1097x1536.jpg 1097w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Французська преса: Louis XI un roi pas fainéant</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzska-presa-louis-xi-un-roi-pas-faineant.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2001 19:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
		<category><![CDATA[історія]]></category>
		<category><![CDATA[Король Людовик XI]]></category>
		<category><![CDATA[король Франції]]></category>
		<category><![CDATA[Людовик XI]]></category>
		<category><![CDATA[реконструкція]]></category>
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		<category><![CDATA[Сергій Горбенко]]></category>
		<category><![CDATA[Франція]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Laurent LEMIRE &#160; Louis XI un roi pas fainéant &#8220;Le nouvel Observateur&#8221; 12 septembre 2001 p.112-114</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Laurent LEMIRE</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Louis XI un roi pas fainéant</h2>
<p><strong>&#8220;Le nouvel Observateur&#8221; 12 septembre 2001 p.112-114</strong></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-02.jpg" data-rel="lightbox-gallery-uRTD1FUZ" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1734" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-02.jpg" alt="" width="1100" height="1555" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-02.jpg 1100w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-02-768x1086.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-02-1087x1536.jpg 1087w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-03.jpg" data-rel="lightbox-gallery-uRTD1FUZ" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1735" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-03.jpg" alt="" width="1100" height="1555" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-03.jpg 1100w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-03-768x1086.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-03-1087x1536.jpg 1087w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a></p>
<p><a href="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-04.jpg" data-rel="lightbox-gallery-uRTD1FUZ" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1736" src="http://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-04.jpg" alt="" width="1100" height="1555" srcset="https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-04.jpg 1100w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-04-768x1086.jpg 768w, https://sagor.com.ua/wp-content/uploads/2021/02/otzivi-obsarvateur-04-1087x1536.jpg 1087w" sizes="auto, (max-width: 1100px) 100vw, 1100px" /></a></p>
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		<item>
		<title>Французська преса: Le vrai visage de Louis XI ?</title>
		<link>https://sagor.com.ua/franczuzska-presa-le-vrai-visage-de-louis-xi.html</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[С. А. Горбенко]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Sep 2001 10:02:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Відгуки]]></category>
		<category><![CDATA[Король Людовик XI]]></category>
		<category><![CDATA[король Франції]]></category>
		<category><![CDATA[Людовик XI]]></category>
		<category><![CDATA[реконструкція]]></category>
		<category><![CDATA[реконструкція обличчя]]></category>
		<category><![CDATA[реконструкція по черепу]]></category>
		<category><![CDATA[Франція]]></category>
		<category><![CDATA[французька преса]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>© Anonime &#160; Le vrai visage de Louis XI ? Livres/ Le nouvel observateur. № 2228-1922, du 6 au 12 septembre 2001.– P.114. Grâce à des techniques très sophistiquées, deux chercheurs russe et ukrainien vont essayer de reconstituer le visage de Louis XI, mort en 1483. Ils se sont rendus mardi à la basilique de Cléry-Saint-André, dans le Loiret, où ils ont exhumé les crânes du roi et de son épouse, Charlotte de Savoie, afin d&#8217;effectuer des moulages et faire des prélèvements d&#8217;ADN. Il leur reste maintenant à redonner un&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>© Anonime</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Le vrai visage de Louis XI ?</h2>
<p><strong>Livres/ Le nouvel observateur. № 2228-1922, du 6 au 12 septembre 2001.– P.114.</strong></p>
<p>Grâce à des techniques très sophistiquées, deux chercheurs russe et ukrainien vont essayer de reconstituer le visage de Louis XI, mort en 1483.</p>
<p>Ils se sont rendus mardi à la basilique de Cléry-Saint-André, dans le Loiret, où ils ont exhumé les crânes du roi et de son épouse, Charlotte de Savoie, afin d&#8217;effectuer des moulages et faire des prélèvements d&#8217;ADN. Il leur reste maintenant à redonner un visage aux deux monarques.</p>
<p>Physiquement, Louis XI est connu pour avoir eu un nez long, mais on ne possède de lui que des portraits souvent réalisés par des artistes qui ne l&#8217;avaient jamais vu. D&#8217;où l&#8217;intérêt, sur le plan historique, d&#8217;une telle reconstitution.</p>
<p>Les deux chercheurs, Serguei Gorbenko et Oleg Nesternko, de l&#8217;Institut de la reconstruction anthropologique de Lviv (Ukraine), travaillent notamment sur la base d&#8217;une technique mise au point en Russie dans les années 1930 par le professeur Mikhail Guerassimov, qui a créé la méthode de la reconstruction faciale plastique à partir du crâne. Les scientifiques effectuent ainsi des calculs sur l&#8217;épaisseur des tissus du crâne.</p>
<p>Des analyses d&#8217;ADN permettent ensuite de déterminer la couleur des yeux, la biochimie de déceler la couleur de la peau, des poils et des cheveux. Des éléments historiques, basés sur des documents et des tableaux, viennent compléter les données mathématiques et médicales.</p>
<p>Principal problème pour les deux experts qui avaient reçu l&#8217;autorisation de la mairie de Cléry-Saint-André -propriétaire de la basilique- pour l&#8217;exhumation: le crâne de Louis XI n&#8217;a pas été retrouvé en parfait état, contrairement à celui de Charlotte de Savoie. Le crâne du roi aurait été endommagé durant la Révolution française, des moines ayant semble-t-il dû le dissimuler sous terre pour qu&#8217;il ne soit pas détruit par les révolutionnaires. Seule une partie de l&#8217;os du nez a ainsi été retrouvée.</p>
<p>Pour procéder à leurs recherches, les deux hommes ont pris les crânes dans la crypte ainsi que des ossements afin de faire des analyses d&#8217;ADN. Ils ont ensuite nettoyé les crânes dans la sacristie. Avec de la pâte à modeler, ils en ont bouché les orifices pour qu&#8217;ils n&#8217;explosent pas quand la silicone est versée pour faire les moulages. Mercredi matin, ils ont enlevé les moulages et reposé les crânes dans la crypte.</p>
<p>«Nous avons reconstitué avec exactitude le buste du roi et même toute la partie inférieure du visage. Mais nous ne pouvons pas dire pour l&#8217;instant, on va le savoir sûrement après les calculs, si l&#8217;on peut reconstituer précisément le nez et le front du roi», a déclaré sur France Info Oleg Nesternko, un des deux experts.</p>
<p>Dans un entretien au «Figaro» de mercredi, l&#8217;historien Jean Favier, auteur d&#8217;un ouvrage sur Louis XI qui sort en septembre en librairie, souligne qu&#8217;il «serait stupide» de ne pas s&#8217;intéresser à ces recherches. «Si ces résultats infirment ce qu&#8217;on savait, il faudra en tenir compte», a-t-il affirmé.</p>
<p>Les deux hommes vont maintenant poursuivre leurs recherches à l&#8217;Institut anthropologique de Paris, dans le 14e arrondissement, afin d&#8217;essayer de reconstituer les visages de Louis XI et de son épouse, Charlotte de Savoie.</p>
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